sexta-feira, 16 de abril de 2010

''Minha alma sucumbe de tanta dor,
Me sinto estranha,
Um tanto desolada,
Não sei o que fazer, aonde ir...

Lágrimas escorrem pelo meu rosto,
Não há nada que eu possa fazer para evitar,
Preciso gritar,
Necessito gritar,
Ninguém irá me escutar,
Não há ninguem que possa me ajudar,

O veneno me sugere uma ideia,
Apenas pequenas gotas misturadas ao vinho,
O ultimo gole,
O ultimo prazer,
Um ultimo suspiro,
E desfaleço sem deixar rastros,
Apenas parto sem qualquer rancor.''

Um comentário:

Mel Costa disse...

Oi, minha querida! Como estais? Que poema lindo! Triste, melancólico e lindo! Vc como sempre talentosa! Visita o meu blog e confere o poema "Ressurreição", acho que vais gostar! Manda notícias! Bjão e muito sucesso!!